 
            XVII Concurso Pblico da Corregedoria Geral da Justia / 1998
            Prova de Psicologia

            1 - As teorias do desenvolvimento humano que estipulam fases ou 
            estgios do desenvolvimento apresentam como dimenso que Ihes  
            fundamental:
            a) a mudana qualitativa nos aspectos cognitivos do sujeito;
            b) o paralelismo entre crescimento orgnico e o desenvolvimento 
            psicolgico;
            c) "pontos de partida" e "pontos de chegada" que definem trajetrias 
            de desenvolvimento;
            d) a involuo dos aspectos infantis;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            2 - Pode-se compreender a tarefa da aprendizagem formal da escola 
            como pressupondo o deslocamento da criana em relao "ao paraso 
            materno" e a aceitao da demanda social. Do ponto de vista da 
            criana, isto significa:
            a) a ampliao de suas possibilidades de identificao com outros 
            adultos;
            b) a aceitao, pela via do recalque, do simbolo do Outro;
            c) a necessidade de alterizar-se tendo em vista a possibilidade de 
            anulao do eu; 
            d) a identificao com instncias simbolicas de autoridade e com os 
            ideais culturais;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            3 - As controvrsias sobre a influncia da televiso, principalmente 
            no tocante  veiculao da violncia, sobre os comportamentos de 
            jovens e crianas tendem a enfatizar ora a responsabilidade da TV, 
            ora a no conclusividade dos estudos empricos sobre o assunto. 
            Pode-se dizer que o estatuto destas controvrsias:
            a)  poltico porque envolve interesses outros (econmicos e 
            comerciais), alm dos interesses representados pelos que defendem o 
            bem-estar de crianas e jovens;
            b) reflete a desorientao de valores da sociedade contempornea;
            c) assenta-se sobre uma base epistemologicamente diversa porque 
            rene colocaes oriundas de campos de saberes diferentes;
            d)  legitimo dentro de uma plurivocidade de interesses numa 
            sociedade democrtica;
            e) todas as possibilidades acima esto corretas.

            4 - O fato de que muitos jovens de estratos scio-econmicos 
            desfavorecidos no se reconhecem e no se auto-rotulam como 
            "adolescentes" nos leva a considerar que:
            a) a adolescncia no pode ser considerada "uma fase universal do 
            desenvolvimento humano";
            b) "os adolescentes" destes estratos tm uma "adolescncia" 
            diferente das de outros estratos;
            c) prticas sociais implicam necessariamente sistemas de 
            significao que, por sua vez, definem relaes e inseres sociais;
            d) a experincia scio-cultural deste grupo de jovens reflete sua 
            excluso da experincia scio-cultural hegemnica;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            5 - O RAP e o Funk, enquanto manifestaes culturais que pem em 
            evidncia uma determinada parcela da populao de jovens, pode ser 
            tomada como uma tentativa de referncia identitria. A hostilidade 
            contra o status quo presente em muitas msicas do Rap e do funk pode 
            ser:
            a) um bom exemplo do que Winnicott chama de "o embate de armas" que 
            se trava na adolescncia;
            b) indicadora de uma atitude anti-social como caracteristica da 
            sndrome da adolescncia normal;
            c) exemplo de identificao negativa com as figuras parentais;
            d) indicadora de processos de auto-afirmao;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            6 - Em geral, a criana de hoje convive mais intensa e 
            extensivamente com seus pares do que com adultos significativos. 
            Esta condio scio-histrica de subjetivao da infncia pode ter 
            como desdobramento:
            a) um padro de reaes diversas e difusas conhecido comumente como 
            "carncia emocional";
            b) o enfraquecimento dos laos afetivos entre crianas e seus pais;
            c) a institucionalizao da infncia no contexto escolar;
            d) a emergncia de novas dimenses de sociabilidade e cognio;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            7 - A celebrao da famlia como contexto ideal para a formao do 
            indivduo pode ser entendida como parte de processos histricos de 
            privatizao da experincia e romanticizao do amor. Do ponto de 
            vista da organizao social da infncia pode-se observar:
            a) a importncia do vnculo afetivo entre pais e crianas como 
            condio de desenvolvimento psicolgico saudvel;
            b) a normatizao do desenvolvimento na infncia a partir de um 
            modelo ideal de famlia;
            c) a necessidade do Estado legislar sobre o bem-estar infantil;
            d) a demanda de se criarem servios de orientao familiar para a 
            educao de crianas;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            8 - O estudo da situao de rua de muitas crianas e jovens que 
            abandonam seus lares por dificuldades econmicas ou por maus-tratos 
            da famlia apontado algumas tendncias, no que diz respeito a essas 
            crianas e jovens, como por exemplo:
            a) labilidade afetiva e pouca preocupao pelo outro;
            b) baixa auto-estima e viso trgica de futuro;
            c) dificuldades de simbolizao e no controle das emoes;
            d) criatividade e capacidade de distinguir fantasia e realidade;
            e) todas as respostas acima esto corretas.

            9 - A exploso de violncia manifesta por parte de adolescentes das 
            camadas mdias urbanas tem gerado discusses quanto aos fatores 
            envolvidos no desencadeamento de tais comportamentos, como por 
            exemplo, a violncia transmitida pelos meios de comunicao, a 
            dificuldade de internalizar limites, as desigualdades sociais ... No 
            entanto, alm da tentativa de compreenso desta situao, torna-se 
            ainda necessrio:
            a) articular a dinamica pulsional a partir das condies 
            contemporneas de subjetivao;
            b) estabelecer relaes de causalidade entre o "psquico" e o 
            "social";
            c) recortar e determinar a contribuio especfica de cada campo 
            disciplinar;
            d) realizar estudos empricos para comprovar as teorias;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            10 - Mais do que simplesmente incumbir-se da transmisso dos valores 
            culturais, a escola funciona como um dispositivo de refrao no 
            sentido da diferenciao e da hierarquizao social. Deste modo:
            a) meninos e meninas so igualitariamente recompensados a partir de 
            seu desempenho cognitivo;
            b) a personalidade de cada um  desenvolvida segundo suas aptides 
            intelectuais;
            c) brancos e negros so socializados dentro dos valores 
            scio-culturais mais amplos;
            d) a competitividade  estimulada gerando diferenas entre os 
            alunos;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            11 - Sobre a natureza do super-eu pode-se afirmar que:
            a) o homem normal  muito mais imoral do que cr;
            b) o aumento do sentimento de culpa inconsciente pode transformar 
            pessoas em criminosos. O sentimento de culpa no  a conseqncia e 
            sim o motivo do crime;
            c) o homem normal  muito mais moral do que sabe;
            d) em contraste com o neurtico obsessivo, o melanclico nunca d o 
            passo para a auto-destruio, como se estivesse imune ao perigo do 
            suicdio;
            e) a maior parte dos casos de delinqncia infanto-juvenil  
            conseqncia da complacncia do super-ego para com o ego.

            12 - O recalque  um mecanismo complexo. Freud admite que ele se d 
            em duas fases. A primeira delas baseia-se:
            a) exclusivamente na reteno da catexia inconsciente o que, por si 
            s, impede o acesso do impulso pr-consciente;
            b) na retirada da catexia inconsciente, implicando supresso do 
            impulso em conseqncia de violenta coero social;
            c) na retirada da catexia pr-consciente, o que impede que o impulso 
            torne-se consciente, o que se explica pela fraqueza e freqentemente 
            omisso dos agentes sociais encarregados de orientar, educar e 
            corrigir crianas e adolescentes;
            d) na hiptese de uma anticatexia, por meio da qual o pr-consciente 
            protege-se da presso da idia inconsciente, processo relativamente 
            independente das aes dos pais e educadores;
            e) nenhuma das respostas acima.

            13 - Freud observa que numa neurose obsessiva o papel das 
            anticatexias proveniente do sistema consciente vem ao primeiro plano 
            porque:
            a) uma neurose obsessiva, diferentemente de uma histeria, no tem 
            origem num impulso libidinal inconsciente e sim em conflitos entre o 
            eu e o super-eu nascidos do complexo edipiano. As atitudes 
            demasiadamente exigentes dos pais induzem um severo recalque;
            b) a angustia neurtica manifesta-se no domnio das auto-censuras 
            conscientes que, diferentemente auto-acusaes melanclicas, no tem 
            origem numa falsa-conexo e no resulta do recalque dos verdadeiros 
            motivos dos quais o ego se acusa;
            c) organizadas como uma formao de reao, so responsveis pela 
            primeira fase do recalque, torna-se o ponto vulnervel  formao de 
            substitutos, e sua dominncia implica em ausncia de descarga e 
            portanto o recalque  menos bem sucedido;
            d) o ego  mais extensamente o cenrio da formao de sintomas do 
            que ocorre na histeria, porque nessa ltima, a regresso do agir 
            para o pensar  responsvel pela forte erotizao do pensamento e 
            manifesta a intensa ambivalncia e desfuso puisional;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            14 - Freud sustentou at o final de sua obra que a neurose e a 
            psicose baseiam-se em mecanismos distintos. Toda neurose tem sua 
            fonte no recalque, que  uma clivagem entre afeto e idia, j a 
            psicose  o efeito de:
            a) de um rechao de uma idia incompatvel com o eu, juntamente com 
            o seu afeto acompanhada da projeo do seu contedo no mundo 
            externo, trata-se de um abuso do mecanismo da projeo para fins de 
            defesa;
            b) uma convico delirante que se impe contra toda evidncia de 
            fato e toda tentativa de persuaso;
            c) uma profundo desconhecimento da realidade exterior que  
            reveladora de uma fixao nas etapas mais precoces do 
            desenvolvimento libidinal, completamente independente de qualquer 
            ato de repdio, recalque ou negao;
            d) do processo psquico de tratar as palavras literalmente, como se 
            fossem equivalentes s prprias coisas que designam;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            15 - A perverso, no sentido psicanaltico,  o efeito de um 
            mecanismo psquico diante da ordem simblica, e suas referncias 
            quanto ao que  permitido e proibido consistem em:
            a) aceit-la, mas, preferir transform-la por consider-la injusta;
            b) desconhec-la e, por isso, no conduzir-se de acordo com ela;
            c) admiti-la, mas, secundariamente, procurar desafi-la e 
            desmenti-la;
            d) adaptar-se, profundamente, a suas exigncias alimentando, 
            entretanto, um profundo ressentimento contra sua injustia;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            16 - Assinale a afirmativa mais correta e completa:
            a) o recalque  uma vicissitude de pulso que consiste em fugir dos 
            impulsos cuja satisfao provocaria desprazer;
            b) a essncia do recalque  um mecanismo defensivo de condenao e 
            rejeio de impulsos cuja satisfao provocaria desprazer, de modo 
            que os representantes psquicos da pulso tm acesso negado  
            conscincia;
            c) o recalque constitui uma modalidade de defesa patolgica que 
            deixa sintomas em seu rastro, produzindo resultados permanentes cuja 
            eliminao, encarada de um ponto de vista econmico, resulta em novo 
            dispndio de fora;
            d) o recalque compreende um processo multifsico que consiste em 
            afastar da conscincia os representantes ideativos da pulso cuja 
            insatisfao elevou a tenso psquica a um grau insuportvel;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            17 - Assinale a afirmativa mais correta e completa:
            a) a sexualidade  uma funo corprea abrangente, tem o prazer como 
            meta e s secundariamente vem servir  finalidade de reproduo;
            b) a sexualidade  uma funo corprea abrangente, tem o prazer como 
            meta, s secundariamente vem servir  finalidade de reproduo, 
            sendo, de incio, descentralizada e exclusivamente auto-ertica;
            c) a sexualidade  considerada uma funo corprea abrangente, tem o 
            prazer como meta, s secundariamente vem servir  finalidade de 
            reproduo, estando, apenas no caso das crianas, divorciada de suas 
            ligaes com os rgos genitais;
            d) a sexualidade  uma funo corprea abrangente, tem o prazer como 
            meta, s secundariamente vem servir  finalidade de reproduo, e 
            exclui os impulsos meramente afetuosos e amistosos que foram 
            sublimados;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            18 - Assinale a afirmativa mais correta e completa:
            a) o inconsciente  um conceito tpico, econmico, dinmico e 
            fenomenolgico que designa a essncia dos processos psquicos 
            regidos pelo processo primrio;
            b) o inconsciente  um conceito tpico, econmico e dinmico que 
            corresponde ao recalcado;
            c) no sentido sistemtico, o inconsciente corresponde ao id, 
            caracterizando-se pela no-contradio, pela substituio da 
            realidade externa pela realidade psquica, pela inalterabilidade 
            frente  passagem do tempo e pela busca de descarga segundo o 
            processo primrio;
            d) o inconsciente  um sistema onde os processos psquicos, isentos 
            de contradio mtua, substituem a realidade externa pela realidade 
            psquica, no se alteram com a passagem do tempo e procuram descarga 
            de acordo com o processo primrio;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            19 - Assinale a afirmativa mais correta e completa:
            a) a pulso de morte s efetua seu trabalho discreta e 
            silenciosamente, pois o objetivo de toda vida  a morte;
            b) tudo o que  vivo morre por razes internas, desejando morrer 
            apenas de modo natural;
            c) uma parte da pulso de morte  desviada no sentido do mundo 
            externo, vindo  luz como agressividade e destrutividade;
            d) a repetio e a reexperincia de algo idntico contradizem o 
            princpio do prazer;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            20 - Assinale a afirmativa mais correta e completa:
            a) o narcisismo designa simultaneamente a condio mais originria 
            da libido e um estado secundrio de investimento libidinal do eu, s 
            expensas da libido objetal;
            b) o narcisismo consiste na atitude de tratar o prprio corpo da 
            mesma forma pela qual o corpo de um objeto sexual  comumente 
            tratado;
            c) a modalidade de escolha objetal que adota o prprio eu como 
            modelo dos objetos amorosos  a essncia do narcisismo;
            d) o narcisismo  sempre secundrio ao auto-erotismo e resultante de 
            uma nova ao psquica;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            21 - Ao defender um trabalho socialmente mais abrangente para o 
            psiclogo, em situaes de vida e sade, como nos grupos de 
            interao familia ou escola, Bleger se refere a:
            a) Psicoprofilaxia;
            b) Higiene Mental;
            c) Psico-Higiene;
            d) Sade Pblica;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            22 - A abertura de novos campos de atuao dos psiclogos permitiu o 
            surgimento de uma Psicologia da Sade. Esse campo situa as questes 
            da sade:
            a) nas representaes do processo sade/doena para o paciente e a 
            equipe;
            b) na anlise de questes scio-econmicas e ambientais;
            c) na relao do paciente com sua prpria doena;
            d) na interface entre o individual e o social;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            23 - Segundo Campos, uma das formas do psiclogo trabalhar na rede 
            bsica de sade  por meio da:
            a) superviso rotineira do trabalho das equipes no especializadas 
            da rede;
            b) participao em aes educativas com os usurios da rede;
            c) consolidao dos marcos tericos da Psicologia da Sade;
            d) construo e da organizao do saber leigo;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            24 - Um dos principais problemas, identificados pelo Ministrio da 
            Sade, na populao feminina, se refere ao grupo de mulheres 
            adolescentes, onde fatores como a alta incidncia de doenas 
            sexualmente transmitidas e gravidez precoce indicam a necessidade 
            de:
            a) participao mais atuante das mulheres nos programas de regulao 
            da fertilidade e planejamento familiar;
            b) entrevistas que reflitam sobre os aspectos bio-psicosociais 
            relacionados  sade da mulher e ao modo como so tratadas na nossa 
            sociedade;
            c) aes de sade mais abrangentes, capazes de acompanhar as 
            mudanas de comportamento ocorridas na sociedade, nos ltimos anos;
            d) esclarecimentos acerca do exame ginecolgico que supere as 
            angstias e fantasias frente  manipulao do corpo, pelo mdico ou 
            enfermeira;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            25 - Como importante recurso no trabalho do psiclogo junto a 
            famlias, a Terapia Familiar Sistmica contm, em suas propostas, 
            dois dos eixos epistemolgicos utilizados para caracterizar a 
            Cincia Contempornea, a saber:
            a) circularidade e objetividade;
            b) complexidade e instabilidade;
            c) estabilidade e recursividade;
            d) simplicidade e causalidade;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            26 - Seguindo os princpios da anlise institucional, uma das 
            seguintes afirmativas  falsa. Assinale-a:
            a) instituio e organizao so termos que se referem a um mesmo 
            objeto de anlise;
            b) as instituies so manifestaes e concretizaoes das realidades 
            da vida em sociedade;
            c) a alienao social significa a dominao do institudo, a 
            autonomizao institucional;
            d) a instituio  o equivalente, no campo social, ao inconsciente 
            no campo psquico;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            27 - O termo "analisador", na psicologia institucional, se refere:
            a)  pessoa do analista institucional;
            b)  decomposio da realidade institucional em elementos simples;
            c) a algum dispositivo que provoca a revelao do no-dito 
            institucional;
            d) s regras explcitas que identificam uma instituio;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            28 - Dentre as principais questes levantadas pelos tericos e 
            profissionais da rea de atendimento psicoterpico nas classes 
            populares, destaca-se a referente ao universo simblico do terapeuta 
            e do paciente, significando que:
            a) a invalidao das teraputicas populares pelos modelos 
            cientficos sustenta a dificuldade de aproximao dos universos 
            simbolicos do terapeuta e do paciente;
            b) a eficcia simblica s ocorrer se o saber psicolgico do 
            terapeuta for transferido, atravs da terapia, ao paciente;
            c) no h possibilidade de comunicao real, visto que terapeuta e 
            paciente pertencem a universos simbolicos distintos;
            d) a demanda do paciente no consegue se ajustar ao universo 
            simbolico do terapeuta, que possui uma representao de sade e 
            doena prpria;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            29 - O objetivo de uma anlise institucional  essencialmente o de:
            a) melhorar as relaes interpessoais e dirimir conflitos grupais em 
            uma instituio;
            b) fazer emergir o inconsciente poltico, oculto nos grupos e formas 
            sociais, que d sentido ao institudo;
            c) promover mudanas nos modos de funcionamento de uma 
            instituio/organizao;
            d) produzir maior eficcia na obteno dos objetivos propostas por 
            um grupo ou instituio;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            30 - Assinale a afirmativa incorreta, conforme os pressupostos da 
            psicologia institucional:
            a) o conceito de implicao se ope ao de neutralidade, na relao 
            entre o profissional/pesquisador e seu objeto de anlise/pesquisa;
            b) instituinte  aquilo que se apresenta de forma cristalizada ns 
            relaes institudas;
            c) a autogesto  um dos princpios teorica-metodolgicos 
            partilhados pelas diversas correntes do movimento institucionalista;
            d) o simbolismo social e o imaginrio social se articulam na 
            dinmica institucional;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            31 - Assinale a opo incoerente com os princpios 
            institucionalistas:
            a) a anlise institucional no prope modelos aos quais os atores 
            sociais devam se conformar;
            b) o analista institucional deve atender  encomenda dos atores ou 
            grupos sociais;
            c) a interveno institucional  legitima quando favoriza decises 
            cuja iniciativa e conseqncia so assumidas pelos atores sociais 
            envolvidas;
            d) a anlise institucional no  uma interveno para a mudana 
            programada;
            e) a analise psicossocial em um grupo no  sinnimo de psicoterapia 
            de grupo.

            32 - Pelo enfoque da psicologia social comunitria, no que concerne 
            aos aspectos culturais como processos psicossociais, pode-se afirmar 
            que:
            a) a cultura  vista como um conjunto de significados partilhados 
            que orientam a conduta dos indivduos;
            b) os significados culturais se apresentam de forma heterognea e 
            imutveis no processo histrico grupal;
            c) as representaes sociais, enquanto construes simblicas, 
            existem de forma independente com relao aos aspectos culturais, em 
            uma dada comunidade;
            d) a abordagem cognitivista, centrada nas representaes 
            individuais,  fundamental para o entendimento dos processos 
            culturais;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            33 - Com relao ao processo de socializao, podemos afirmar que:
            a) a idia da infncia, tal qual a concebemos na modernidade,  um 
            fato natural e no um fato social;
            b) a assimilao da imagem adulta  um dos objetivos da 
            socializao;
            c) a psicologia, ao abordar o processo pelo qual a criana se 
            transforma em ser social, supera o antagonismo entre indivduo e 
            sociedade;
            d) o processo de socializao da criana independe da sua condio 
            histrico-social, uma vez que todas as crianas vivem igualmente um 
            perodo de crescimento e de desenvolvimento da personalidade;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            34 - Dentre as seguintes afirmativas sobre a Teoria das 
            Representaes Sociais, uma  falsa. Assinale-a:
            a) as Representaes Sociais orientam a conduta humana;
            b) a conduta humana contribui para a construo das Representaes 
            Sociais;
            c) os elementos perifericos da Representao Social so altamente 
            resistentes  mudana;
            d) Representao Social  uma forma de conhecimento elaborada e 
            partilhada, tendo um sentido prtico para a construo da realidade 
            social;
            e) as Representaes Sociais so construtos em permanente 
            transformao pela ao e projetos de grupos sociais.

            35 - O "T-Group", dispositivo grupal concebido por K. Lewin :
            a) um modelo psicossocial de psicoterapia de grupo;
            b) um grupo de trabalho cujo objetivo  alcanar a execuo de 
            tarefas atravs da totalidade dinmica, pelas interaes entre os 
            membros;
            c) um mecanismo grupal que visa  mudana de atitude dos membros do 
            grupo;
            d) um grupo que se estrutura pela tomada de conscincia, de 
            indivduos isolados, de sua interdependncia;
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            36 - Apenas uma, das seguintes teorias, no se situa dentre as 
            principais teorias psicossociais (segundo A. Rodrigues). Assinale-a:
            a) teoria da cooperao e competio, de M. Deutsch;
            b) princpio do equilbrio, de F. Heider;
            c) teoria sociomtrica, de Moreno;
            d) teoria do esforo em direo  simetria, de T. M. Newcomb;
            e) o princpio da congruncia, de Osgood e Tannembaum.

            37 - Na psicossociologia contempornea, o poder tem sido estudado 
            com nfase:
            a) na anlise das caractersticas individuais dos detentores do 
            poder, buscando detectar os processos inconscientes que permitiram a 
            esses indivduos alcanarem tal posio;
            b) no aprimoramento terico-disciplinar que produza um modelo 
            unificador dos diferentes postulados da psicologia sobre o poder;
            c) na utilizao de recursos terico-tcnicos multidisciplinares 
            visando  substituio do poder autocrtico pelo poder democrtico 
            nas relaes interpessoais;
            d) na concepo de objeto complexo no qual determinantes sociais de 
            diferentes ordens se articulam a determinantes individuais 
            (processos psicolgicos e mecanismos psquicos);
            e) nenhuma das respostas anteriores.

            38 - As concepes clnicas dos psicoterapeutas principalmente no 
            Brasil, incluem alguns preconceitos que vo refletir-se no 
            atendimento no servio pblcio. Jurandir F. Costa esquematiza-os em 
            trs ordens: a) crena na existncia de uma essncia da doena; b) 
            crena na existncia de um modelo nico de comunicao humana e:
            a) crena na existncia de uma subjetividade modelar;
            b) crena na necessidade do pagamento como elemento fundamental do 
            processo teraputico;
            c) crena no relativismo cultural distanciando terapeuta e paciente;
            d) crena na abstrao formal do par terapeuta-paciente, neutros 
            quanto s marcas de origem social;
            e) crena na dificuldade de abstrao de pensamento do paciente 
            prejudicando a dinamica teraputica.

            39 - As experincias do psiclogo social em comunidade tem apontado, 
            segundo Silvia Lane, para uma sistematizao terico-prtica, na 
            qual se destaca como fundamental:
            a) a dificuldade do trabalho auto-gestivo em grupo, para a ao 
            conjunta e organizada e para a auto-reflexo' por parte das 
            comunidades;
            b) a falta de consistncia teorico-metodolgica do psiclogo para 
            atuar nesse campo, devido  sua formao 'individualista';
            c) as divergncias de concepo sobre o homem em contexto social, 
            dos diferentes profissionais que atuam em equipes 
            multidisciplinares;
            d) a ao do poder dos lderes institudos e legitimados que 
            coordenam o discurso grupal e mantm representatividade dos membros 
            da comunidade;
            e) a ao do psiclogo no nvel da conscincia, da atavidade e da 
            identidade dos indivduos, atravs da lngua e das representaes 
            nas relaes grupais.

            40 - O trabalho de ao e/ou pesquisa do psiclogo no campo social 
            tem enfatizado a adoo de tcnicas de metodologia qualitativa, 
            dentre as quais esto:
            a) histria de vida e observao participante;
            b) anlise estratgica organizacional e anlise documental;
            c) planejamento estratgico participativo e pesquisa-ao;
            d) as alternativas a e c esto corretas;
            e) as alternativas a e b esto corretas.


            41 - Os condenados so classificados segundo os seus antecedentes e 
            personalidade, para orientar a individualizao da execuo penal. 
            Quando se tratar de condenado  pena privativa de liberdade, a 
            Comisso Tcnica de Classificao, que deve existir em cada 
            estabelecimento, e ser presidida pelo Diretor,  composta de, no 
            mnimo:
            a) um psiquiatra, um psiclogo, um assistente social, um chefe de 
            servio;
            b) dois psiquiatras, dois psiclogos, dois assistentes sociais e 
            dois chefes de servio;
            c) um psiquiatra, um psiclogo, dois assistentes sociais e um chefe 
            de servio;
            d) um psiquiatra, um psiclogo, um assistente social e dois chefes 
            de servio;
            e) um psiquiatra, dois psiclogos, um assistente social e um chefe 
            de servio.

            42 - O exame criminolgico  obrigatrio para:
            a) os condenados ao cumprimento de pena privativa de liberdade em 
            regime fechado;
            b) os condenados ao cumprimento de pena privativa de liberdade em 
            regime semi-aberto, fechado e aberto;
            c) os condenados ao cumprimento de pena privativa de liberdade em 
            regime fechado e semi-aberto;
            d) os condenados ao cumprimento de pena privativa de liberdade e 
            restritiva de direitos;
            e) aqueles a quem for imposta a medida de segurana detentiva.

            43 - Segundo a Lei de Execuo Penal, egresso :
            a) o liberado condicional, pelo prazo de 2 anos a contar da data da 
            liberao;
            b) o liberado condicional, durante o perodo de prova;
            c) o liberado definitivo, durante o perodo de prova;
            d) o liberado definitivo, pelo prazo de dois anos a contar da sada 
            do estabelecimento;
            e) todo aquele que for novamente condenado depois de j haver 
            cumprido pena privativa de liberdade por crime anterior.

            44 - O condenado, tendo em vista o bom comportamento, devidamente 
            reconhecido, e sua colaborao com a disciplina e dedicao ao 
            trabalho:
            a) no sofre sanes, mas no tem direito a recompensas;
            b) tem direito a elogios e a concesso de regalias;
            c) tem direito a elogios, mas nunca a regalias, estas inexistentes, 
            ante a necessidade de tratamento igualitrio dos condenados;
            d) tem direito s regalias previstas na lei federal;
            e) no sofre sanes, e somente tem direito a progresso de regime.

            45 - No est includo entre as hipteses de competncia do juiz da 
            execuo, decidir sobre:
            a) detrao penal;
            b) remio;
            c) extino de punibilidade;
            d) regresso de regime;
            e) reabilitao.

            46 - O patronato destina-se:
            a) aos presos provisrios;
            b) aos condenados s penas restritivas de direitos;
            c) aos condenados  pena de limitao de fim de semana;
            d) a prestar assistncia aos albergados e aos egressos;
            e) aos presos provisrios e aos condenados a pena de limitao de 
            fim de semana.

            47 - A penitenciria destina-se aos condenados que cumprem pena de:
            a) recluso e deteno, em regime fechado;
            b) recluso em regime fechado ou semi-aberto;
            c) recluso em regime fechado, semi-aberto ou aberto;
            d) recluso e deteno em regime fechado ou semi-aberto;
            e) recluso em regime fechado.

            48 - Assinale a alternativa correta:
            a) a casa de albergado destina-se ao cumprimento da pena privativa 
            de liberdade, em regime aberto, e da pena de limitao de fim de 
            semana;
            b) no centro de observao somente  realizado o exame 
            criminolgico;
            c) o hospital de custdia e tratamento psiquitrico destina-se 
            somente aos inimputveis;
            d) a cadeia pblica destina-se ao recolhimento de presos 
            definitivamente condenados;
            e) o condenado ao cumprimento de pena privativa de liberdade em 
            regime aberto pode cumprir a pena na prpria residncia sempre que 
            possuir mais de 65 anos de idade.

            49 - A permisso de sada, prevista na Lei de Execuo Penal, pode 
            ser concedido:
            a) somente aos condenados a pena em regime semi-aberto;
            b) somente aos condenados a pena em regime fechado e semi-aberto;
            c) aos condenados a pena em regime fechado, semi-aberto e aos presos 
            provisrios;
            d) aos codenados a pena em regime fechado, semi-aberto e aberto;
            e) aos condenados a pena em regime fechado, semi-aberto,aberto e aos 
            presos provisrios.

            50 - No tocante ao trabalho interno do condenado, pode-se afirmar 
            que:
            a) trata-se de um direito, mas no constitui um dever do condenado;
            b)  dever do condenado, sendo que os maiores de 60 anos de idade 
            esto desabrigados ao mesmo;
            c) o trabalho no poder ser gerenciado por fundao ou empresa 
            pblica;
            d) dever ser limitado, tanto quanto possivel, o artesanato sem 
            expresso econmica, salvo nas regies de turismo;
            e)  um dever do condenado, mas a cada dia trabalhado corresponder 
            ao desconto de cinco dias na pena definitiva.

 
            XVII Concurso Pblico da Corregedoria Geral da Justia / 1998
            Prova de Direito Civil

            51 - Sero obrigatoriamente registrados no registro civil de pessoas 
            naturais:
            a) os nascimentos, casamentos e batizados;
            b) as interdies dos loucos, dos prdigos e dos absolutamente 
            incapazes;
            c) a sentena declaratria de ausncia;
            d) as alteraes ou abreviaes de nomes;
            e) os atos judiciais que decidirem sobre a anulao de casamento.

            52 - O funcionrio pblico, nos termos do Cdigo Civil, reputa-se 
            domiciliado:
            a) no local onde residir;
            b) no local onde exercer suas funes, mesmo que temporrias;
            c) na capital do Estado, caso seja funcionrio estadual;
            d) no local onde exercer suas funes de forma no temporria ou 
            peridico;
            e) na capital do pas, caso seja funcionrio federal.

            53 - O imvel objeto de "bem de famlia", nos termos do Cdigo 
            Civil, fica isento:
            a) de execuo por quaisquer dvidas;
            b) de execuo por dvidas, salvo as que provierem de impostos 
            relativos ao mesmo prdio;
            c) de execuo por quaisquer dvidas anteriores ao ato de 
            instituio do "bem de famlia";
            d) do pagamento de impostos relativos ao mesmo;
            e) do pagamento das custas atou emolumentos, relativos a escritura 
            pblica que o instituiu em "bem de famlia".

            54 - Podem casar-se, no havendo impedimento:
            a) os ascendentes com os descendentes, sendo o parentesco ilegtimo;
            b) os afins em linha reta;
            c) o cnjuge adltero, com seu co-ru condenado;
            d) o cnjuge sobrevivente, com o condenado de tentar matar o seu 
            consorte;
            e) o raptor, com a raptada, em periodo posterior ao rapto.

            55 - No regime da comunho parcial de bens, excluem-se da comunho:
            a) os bens adquiridos na constncia do casamento por ttulo oneroso;
            b) os bens adquiridos por fato eventual, com ou sem o concurso de 
            trabalho ou despesa anterior;
            c) os frutos civis do trabalho, ou indstria de cada cnjuge, ou de 
            ambos;
            d) os bens adquiridos por doao na constncia do casamento;
            e) as benfeitorias em bens particulares de cada cnjuge.

            56 - A sociedade conjugal continua a existir, embora:
            a) ocorra a morte de um dos cnjuges;
            b) ocorra a declarao judicial de ausncia de um dos cnjuges;
            c) ocorra a nulidade ou a anulao do casamento;
            d) ocorra a separao judicial dos cnjuges;
            e) ocorra o divrcio do casal.

            57 - A separao judicial consensual poder ocorrer:
            a) imediatamente aps celebrado o casamento;
            b) aps decorrido o prazo de seis meses da data da celebrao do 
            casamento;
            c) apos decorrido o prazo de dois anos da data da celebrao do 
            casamento;
            d) aps decorrido o prazo de um ano da data da celebrao do 
            casamento;
            e) aps decorrido o prazo de um ano de separao de fato do casal.

            58 - Constitui causa de extino da obrigao alimentcia do cnjuge 
            devedor, expressamente prevista em lei:
            a) o novo casamento do cnjuge devedor;
            b) o novo casamento do cnjuge credor;
            c) a perda do emprego do cnjuge devedor;
            d) o aumento posterior do nmero de filhos do cnjuge devedor;
            e) 0 fato de o cnjuge credor ter passado a exercer atividade 
            remunerada.

            59 - O pedido de converso de separao judicial em divrcio, negado 
            em Juzo, poder ser renovado:
            a) a qualquer tempo, desde que haja anuncia do Ministrio Pblico;
            b) aps o prazo de cinco anos, desde que se fundamente em outro 
            motivo;
            c) aps o prazo de dois anos, desde que se fundamente em outro 
            motivo;
            d) a qualquer tempo, desde que satisfeita a condio anteriormente 
            descumprida;
            e) aps o prazo de um ano, desde que satisfeita a condio 
            anteriormente descumprida.

            60 - Ser o legtimo curador do ausente, nos termos do Cdigo Civil:
            a) o seu cnjuge, sempre que no esteja separado judicialmente;
            b) o seu cnjuge, seno estiver separado judicialmente a menos de 06 
            meses;
            c) o pai do ausente, mesmo havendo cnjuge no separado 
            judicialmente;
            d) a me do ausente, mesmo havendo cnjuge no separado 
            judicialmente;
            e) o descendente varo, no caso de seu pai ser divorciado, havendo 
            ascendentes.

 
            XVII Concurso Pblico da Corregedoria Geral da Justia / 1998
            Prova de Direito da Criana e do Adolescente

            61 - Qual dos itens abaixo revela aspecto no compreendido no 
            Estatuto da Criana e do Adolescente como "direito a liberdade" da 
            criana e do adolescente:
            a) opinio e expresso;
            b) brincar, praticar esportes e divertir-se;
            c) ir, vir e estar nos logradouros pblicos, de forma irrestrita;
            d) crena e culto religioso;
            e) participar da vida poltica, na forma da lei.

            62 - Segundo o Estatuto da Criana e do Adolescente. entende-se por 
            famlia natural aquela formada:
            a) pelos pais do adolescente;
            b) pela me do adolescente e por seu companheiro;
            c) pelos pais do adolescente, seus avs e tios;
            d) pelos irmos do adolescente, mesmo que oriundos de pais 
            diferentes;
            e) pela comunidade dos pais ou qualquer deles e seus descendentes.

            63 - Segundo o Estatuto da Criana e do Adolescente,  dever do 
            Estado assegurar  criana e ao adolescente:
            I - atendimento em creche e pr-escola s crianas de zero  seis 
            anos;
            Il - oferta de ensino noturno regular, adequado s condies do 
            adolescente trabalhador;
            lIl - ensino mdio obrigatrio e gratuito;
            IV - atendimento educacional especializado, a todas as crianas e 
            adolescentes;
            V - atendimento em creche e pr-escola s crianas de zero  oito 
            anos.
            Esto corretas as afirmaes dos incisos:
            a) lell;
            b) I e V;
            c) le lIl;
            d) Il e V;
            e) I, lIl e IV.

            64 - Identifique a alternativa correta:
            a) a guarda obriga apenas a prestao de assistncia moral e 
            educacional a criana ou adolescente;
            b) a guarda poder ser revogada a qualquer momento, mediante ato 
            extrajudicial, consistente na lavratura de escritura publica;
            c) a guarda no confere a criana ou adolescente a condio de 
            dependente do guardio;
            d) a guarda destina-se a regularizar a posse de fato da criana ou 
            adolescente;
            e) a guarda no confere ao guardio o direito de opor-se aos pais da 
            criana ou adolescente.

            65 - O deferimento da tutela pressupe:
            a) que sempre haja a prvia especializao de hipoteca legal;
            b) a prvia decretao da perda ou suspenso do ptrio poder;
            c) que a criana ou adolescente a ser tutelado no possua sanidade 
            mental;
            d) que haja concordncia do Ministrio Pblico;
            e) a concordncia dos pais da criana ou adolescente a ser tutelado.

            66 - A idade mxima que o adolescente deve possuir para ser adotado, 
            no caso de no haver sido deferida a guarda ou tutela anteriores  
            de:
            a) vinte e um anos na data do pedido;
            b) vinte e um anos na data da sentena;
            c) dezoito anos na data do pedido;
            d) dezoito anos na data da sentena;
            e) dezesseis anos na data do pedido.

            67 - A diferena mnima de idade que deve existir entre o adotante e 
            o adotado  de:
            a) dezesseis anos;
            b) dezoito anos;
            c) vinte e um anos;
            d) vinte e cinco anos;
            e) no existe esta limitao.

            68 - Na adoo, o consentimento do adotando ser necessrio quando 
            este contar com:
            a) dezoito anos de idade;
            b) doze anos de idade;
            c) dezesseis anos de idade;
            d) vinte e um anos de idade;
            e) vinte e cinco anos de idade.

            69 - Em se tratando de adoo por estrangeiro residente ou 
            domiciliado fora do Pas, o estgio de convivncia, a ser cumprido 
            no territrio nacional, relativamente a crianas com at dois anos 
            de idade, ser no minimo de:
            a) quinze dias;
            b) trinta dias;
            c) quarenta e cinco dias;
            d) sessenta dias;
            e) noventa dias.

            70 - Segundo previso do Estatuto da Criana e do Adolescente, a 
            destinao de recursos e espaos para programaes culturais, 
            esportivas e de lazer voltadas para a infncia e a juventude ser 
            estimulada e facilitada:
            a) pela Unio, com o apoio dos Estados;
            b) pela Unio, com o apoio dos Municipios;
            c) pelos Municpios, com o apoio dos Estados e da Unio;
            d) pelos Estados, com o apoio dos Municpios;
            e) pelos Estados, com o apoio da Unio e dos Municpios.

            71 - Segundo o Estatuto da Criana e do Adolescente, entende-se por 
            trabalho educativo:
            a) aquele que no possui qualquer espcie de remunerao;
            b) aquele realizado sem impedir o acesso do adolescente  escola;
            c) aquele onde se ressaltam as qualidades produtivas do adolescente;
            d) qualquer atividade desenvolvida pelo adolescente, desde que 
            contratado como aprendiz;
            e) qualquer atividade laborei em que as exigncias pedaggicas 
            relativas ao desenvolvimento pessoal e social do educando prevalecem 
            sobre o aspecto produtivo.

            72 - Marque a assertiva correta:
            a) as crianas menores de dez anos somente podero ingressar e 
            permanecer nos locais de apresentao ou exibio quando 
            acompanhados dos pais ou responsvel;
            b) as crianas menores de oito anos somente podero ingressar e 
            permanecer nos locais de apresentao ou exibio quando 
            acompanhados dos pais ou responsvel;
            c) as crianas menores de seis anos somente podero ingressar e 
            permanecer nos locais de apresentao ou exibio quando 
            acompanhados dos pais ou responsvel;
            d) as crianas menores de doze anos somente podero ingressar e 
            permanecer nos local de apresentao ou exibio quando acompanhados 
            dos pais ou responsvel;
            e) as crianas menores de sete anos somente podero ingressar e 
            permanecer nos locais de apresentao ou exibio quando 
            acompanhados dos pais ou responsvel.

            73 - Identifique a afirmativa incorreta:
            a)  proibido vender armas e munies a crianas e adolescentes;
            b)  proibido vender bebidas alcolicas a criasnas e adolescentes;
            c)  proibida a hospedagem de criana e adolescentes em hotel, 
            motel, penso, ou estabelecimento congnere, salvo se autorizado ou 
            acompanhado pelos pais ou responsvel
            d)  proibida a venda de qualquer tipo de fogos de artifcio a 
            criana e adolescente;
            e)  proibida a venda de bilhetes lotricos a criana e adolescente.

            74 - Identifique a afirmativa correta:
            a) as polticas sociais bsicas, bem como o servio de identificao 
            e localizao dos pais, responsvel, crianas e adolescentes 
            desaparecidos, constituem linhas de ao da poltica de atendimento 
            aos direitos da criana e do adolescente;
            b) a estadualizao do atendimento constitui poltica de atendimento 
            a criana e ao adolescente;
            c) a criao e manuteno de programas especficos, observada a 
            centralizao poltico-administrativa, constitui diretriz da 
            poltica de atendimento  criana e ao adolescente;
            d) a manuteno de fundos nacional, estaduais e municipais, 
            vinculados aos respectivos conselhos tutelares, constitui poltica 
            de atendimento  criana e ao adolescente;
            e) a funo de membro do Conselho Nacional e dos conselhos estaduais 
            e municipais dos direitos da criana e do adolescente ser 
            remunerada pelos cofres pblicos respectivos.

            75 - A entidade no-governamental somente poder funcionar depois de 
            registrada perante:
            a) o Poder Judicirio do local onde esteja situada;
            b) o Conselho Municipal dos Direitos da Criana e do Adolescente;
            c) o Conselho Estadual dos Direitos da Criana e do Adolescente;
            d) o Conselho Federal dos Direitos da Criana e do Adolescente;
            e) o Conselho Tutelar do respectivo municpio onde esteja situada.

            76 - So princpios a que est sujeita a medida scio-educativa de 
            internao, segundo o Estatuto da Criana e do Adolescente:
            a) brevidade, oralidade e acompanhamento do adolescente por seus 
            pais;
            b) excepcionalidade, concentrao e oralidade;
            c) respeito  condio peculiar de pessoa em desenvolvimento, 
            acompanhamento do adolescente por seus pais e excepcionalidade;
            d) no ociosidade, brevidade e respeito  condio peculiar de 
            pessoa em desenvolvimento;
            e) brevidade, excepcionalidade e respeito  condio peculiar de 
            pessoa em desenvolvimento.

            77 - Marque a alternativa incorreta:
            - Constitui obrigao das entidades que desenvolvem programas de 
            internao.
            a) observar os direitos e garantias de que so titulares os 
            adolescentes;
            b) no restringir nenhum direito que no tenha sido objeto de 
            restrio na deciso de internao;
            c) informar, periodicamente, aos pais do adolescente internado, sua 
            situao processual;
            d) propiciar assistncia religiosa queles que desejarem, e de 
            acordo com suas crenas;
            e) oferecer cuidados mdicos, psicolgicos, odontolgicos e 
            farmacuticos.

            78 - Marque a alternativa incorreta:
            - Segundo o Estatuto da Criana e do Adolescente, so medidas 
            aplicveis aos pais ou responsvel.
            a) encaminhamento a tratamento psicolgico ou psiquitrico;
            b) advertncia;
            c) encaminhamento a programa oficial ou comunitrio de proteo  
            famlia;
            d) a priso preventiva em caso de maus tratos a criana ou ao 
            adolescente;
            e) destituio da tutela.

            79 - O Conselho Tutelar, em cada Municpio, ser composto:
            a) de cinco membros;
            b) de dez membros no mnimo;
            c) de doze membros no mximo;
            d) de seis membros no minimo e de dez membros no mximo;
            e) de quinze membros no mximo.

            80 - Marque a alternativa incorreta.
            - So requisitos para a concesso de pedidos de colocao em famlia 
            substituta:
            a) qualificao completa do requerente e de seu eventual cnjuge, ou 
            companheiro, com expressa anuncia deste;
            b) qualificao completa da criana ou adolescente e de seus pais, 
            se conhecidos;
            c) indicao do cartrio onde foi inscrito o nascimento, anexando, 
            se possvel, uma cpia da respectiva certido;
            d) declarao sobre a existncia de bens, direitos ou rendimentos 
            relativos a criana ou ao adolescente;
            e) indicao do estado de sade do requerente e de seu cnjuge, bem 
            como da criana ou adolescente.

 
            XVII Concurso Pblico da Corregedoria Geral da Justia / 1998
            Prova de Organizao e Diviso Judiciria do Estado do Rio de 
            Janeiro e Regime Jurdico dos Servidores

            81 - A elaborao das contas e calculas de liquidao das sentenas 
            de aes de acidente de trabalho e de concesso ou reviso de 
            benefcios previdencirios, incumbe:
            a) aos contadores das respectivas comarcas onde ocorreu a tramitao 
            do processo que ensejou a conta ou clculo;
            b) ao 6 contador, em regime oficializado, junto as Varas da Fazenda 
            Pblica;
            c) ao 7 contador, em regime oficializado, exclusivamente para os 
            processos oriundos da Comarca da Capital;
            d) ao 8 contador, em regime oficializado, para os processos 
            procedentes de todas as Comarcas do Estado;
            e)ao ru da ao que dever apresentar sua proposta de clculos, 
            para homologao do Juiz, sem interveno de contador judicial.

            82 - A suspenso preventiva do servidor publico:
            a) constitui pena disciplinar decorrente da prtica de ilcito 
            administrativo;
            b) constitui medida acautelatria para que o servidor no venha a 
            influir na apurao da falta;
            c) impede a contagem de tempo de servio desde que do processo 
            resulte a aplicao de qualquer pena disciplinar;
            d) impe ao servidor a supresso integral do vencimento enquanto 
            perdurar o processo administrativo;
            e) impe ao servidor a supresso de 2/3 do vencimento e vantagens 
            enquanto perdurar o processo administrativo.

            83 - O ilicito administrativo prescrever:
            a) em 2 (dois) anos, para as faltas sujeitas s penas de advertncia 
            e repreenso, exclusivamente;
            b) em 05 (cinco) anos, para as faltas sujeitas s penas de multa, 
            suspenso, demisso e cassao da aposentadoria;
            c) em 10 (dez) anos quando a falta disciplinar tambm constituir 
            ilcito civil;
            d) no mesmo prazo previsto pela lei penal quando a falta disciplinar 
            tambm constituir crime;
            e) em 05 (cinco) anos, para qualquer tipo de ilcito administrativo, 
            a contar da sentena que aplicar a sano.

            84 - Os inventariantes judiciais:
            a) representam os interesses dos respectivos esplios em todos os 
            atos, inclusive em litgios judiciais em tramitao nas vias 
            ordinrias;
            b) no podem receber e aplicar o produto de bens clausulados e 
            dotais que devam ser sub-rogados, nos processos em que tenham 
            funcionado como fiscais;
            c) no representam, ativa e passivamente, o esplio em litgios 
            judiciais;
            d) tm os mesmos deveres e obrigaes prescritos em lei aos 
            inventariantes, sem entretanto sujeitar-se as sanes a estes 
            cominadas;
            e) so investidos por nomeao do respectivo Juiz em qualquer 
            Comarca do Estado.

            85 - Ser concebida licena:
            a)  funcionria gestante, pelo prazo de 03 (trs) meses, a partir 
            do 5 (quinto) ms de gestao;
            b)  funcionria gestante, pelo prazo de 03 (trs) meses, 
            prorrogavel por at 90 (noventa) dias, em caso de aleitamento;
            c)  funcionaria gestante, pelo prazo de 04 (quatro) meses, 
            prorrogvel, no caso de aleitamento materno por at 120 (cento e 
            vinte) dias;
            d)  funcionria que adotar menor com menos de 07 (sete) anos de 
            idade, pelo prazo de 03 (trs) meses, a partir da sentena que 
            conceder a adoo;
            e)  funcionria, pelo prazo de 4 (quatro) meses, prorrogvel por 
            at 90 (noventa) dias, em caso de aleitamento materno.

            86 - As frias do servidor pblico:
            a) sero concedidas pelo prazo de 30 (trinta) dias, devendo ser 
            gozadas j no primeiro ano de efetivo exerccio;
            b) sero concedidos pelo prazo de 30 (trinta) dias, podendo ter 
            incio em um exerccio e trmino no seguinte;
            c) no sero concebidas aos ocupantes de cargo em comisso ou funo 
            gratificadas;
            d) no sero concebidas ao funcionrio aposentado que no exera 
            cargo em comisso;
            e) no sero interrompidas quando o funcionrio for removido.

            87 - A licena para acompanhar o cnjuge:
            a) ser concedida ao funcionrio que viva maritalmente, desde que 
            haja impedimento legal ao casamento e convivncia com mais de 05 
            (cinco) anos;
            b) ser concedida, com vencimentos integrais, quando o cnjuge for 
            exercer mandato eletivo, em outro outro do territrio nacional, 
            estadual ou no exterior;
            c) no ser concedido, quando o cnjuge for servidor de sociedade de 
            economia mista;
            d) no ser concedida, quando o cnjuge for servidor de fundao 
            instituda pelo Poder Pblico;
            e) ser concedida, dependente de pedido devidamente instrudo, que 
            dever ser renovado a cada 03 (trs) anos.

            88 - Considerar-se- em efetivo exerccio o funcionrio pblico, 
            quando:
            a) estiver realizando estudo no exterior por perodo que no 
            ultrapasse o prazo de 24 (vinte e quatro) meses;
            b) estiver recolhido  priso, se absolvido por sentena transitada 
            em julgado;
            c) quando por motivo de casamento e luto, at o perodo de 15 
            (quinze) dias;
            d) estiver suspenso preventivamente, independente do resultado do 
            processo de apurao, em certos tipos de ilcito administrativo;
            e) estiver recolhido  priso, apos o cumprimento da pena a que foi 
            condenado.

            89 - Aos Oficiais de Justia incumbe:
            a) extrair os mandados de citao e intimao de sua competncia;
            b) fiscalizar as rotinas do cartrio, relativamente aos processos 
            com pedido de urgncia;
            c) apregoar a abertura e o encerramento dos leiles judiciais, em 
            auxlio ao leiloeiro designado;
            d) cumprir mandados de citao e intimao em qualquer Comarca do 
            Estado, independente da expedio de carta precatria;
            e) entregar, a quem de direito, as importncias e bens recebidos em 
            cumprimento de ordem judicial.

            90 - Os cargos em comisso do Poder Judicirio:
            a) tero sua competncia e atribuies definidas nos regimentos dos 
            respectivos rgos;
            b) tero sua competncia e atribuies definidas exclusivamente por 
            ato do Governador do Estado;
            c) tero sua competncia e atribuies definidas to somente por lei 
            estadual, de iniciativa exclusiva do Poder Judicirio;
            d) tero sua competncia e atribuies definidas por ordem de 
            servio do chefe imediato;
            e) no tero sua competncia e atribuies expressamente definidas, 
            devendo o ocupante atender diretamente as determinaes do chefe do 
            respectivo poder.

 
            XVII Concurso Pblico da Corregedoria Geral da Justia / 1998
            Prova de Portugus

            TEXTO 1
             uma coisa santa a democracia - no a democracia que faz viver os 
            espertos, a democracia do papel e da palavra, - mas a democracia 
            praticada honestamente, regularmente, sinceramente. Quando ela deixa 
            de ser sentimento para ser simplesmente forma, quando deixa de ser 
            idia para ser simplesmente feitio, nunca ser democracia, - ser 
            esperto-cracia, que  sempre o governo de todos os feitios e de 
            todas as formas. (Machado de Assis)
            91 - Indique a relao incorreta, segundo a leitura do texto 1, 
            entre alguns de seus elementos:
            a) relao de oposio: democracia do papel e da palavra / 
            esperto-cracia;
            b) relao de igualdade: democracia que faz viver os espertos / 
            esperto-cracia;
            c) relao de paralelismo entre valores positivos: sentimento / 
            idia;
            d) relao de paralelismo entre valores negativos: forma / feitio;
            e) relao de sinonmia: coisa santa a democracia / democracia 
            praticada honestamente.

            92 - Dizer "coisa santa" no  o mesmo que dizer "santa coisa". O 
            item abaixo em que a posio anteposta ou posposta do adjetivo 
            modifica o seu significado :
            a) quantia razovel / razovel quantia;
            b) mulher elegante / elegante mulher;
            c) situao catica / catica situao;
            d) menina risonha / risonha menina;
            e) funcionrio alto / alto funcionrio.

            93 - A palavra que substituiria da forma mais especfica o vocbulo 
            "coisa" na primeira linha do texto :
            a) estrutura;
            b) sistema;
            c) regime;
            d) mtodo;
            e) composio.

            94 - O primeiro segmento textual colocado entre travesses :
            a) uma retificao de um vocbulo anterior;
            b) uma ressalva de uma afirmao anterior;
            c) uma enumerao de termos contidos num vocbulo anterior;
            d) uma explicao de um vocbulo anterior;
            e) uma redundncia em relao a um termo anterior.

            95 - Sobre a palavra esperto-cracia, presente no texto, s NO 
            podemos dizer que:
            a) se trata de uma criao de Machado de Assis;
            b) foi formada com o modelo de democracia;
            c) inseriu em sua composio um elemento vernculo;
            d) manteve o significado do elemento cracia;
            e) teria como plural a forma espertos-cracias.
            TEXTO 2

             minha opinio que no se deve dizer mal de ningum, e ainda menos 
            da polcia. A polcia  uma instituio necessria  ordem e  vida 
            da cidade. Ela pode no ser boa, pode no ter sagacidade, nem 
            habilidade, nem mtodo, nem pessoal; mas, com tudo isso, ou sem tudo 
            isso,  instituio necessria. (Machado de Assis)

            96 - Segundo o texto:
            a) s se deve falar mal da polcia quando ela no apresenta 
            qualidades;
            b) no se deve falar mal de ningum, exceto da polcia;
            c) a polcia  instituio necessria, j que  sagaz e habil;
            d) deve-se falar menos da polcia que de outras instituies 
            igualmente necessrias;
            e) deve-se preservar a policia, qualquer que ela seja.

            97 - ...no se deve dizer mal de ningum...; frase que est 
            corretamente grafada, no que diz respeito aos vocbulos mal/mau :
            a) Est bastante mau considerada a polcia de nossa cidade;
            b) Mau saiu, a polcia o procurou;
            c) Trata-se de um sujeito muito mau-educado;
            d) A polcia nem sempre  um mal para o cidado;
            e) Um mal hbito deve ser sempre condenado.

            98 - O significado mais preciso para sagacidade no texto :
            a) competncia;
            b) experincia;
            c) preparo;
            d) esperteza;
            e) inteligncia.
            99 - ... uma instituio necessria  ordem e  vida da cidade.; 
            frase em que o emprego do acento grave indicativo da crase est no 
            mesmo caso sinttico da frase acima :
            a) As greves so prejudiciais  ordem publica.
            b) A polcia dirigiu-se as vtimas assaltadas.;
            c) Foram  Blgica para o congresso de pedagogos.
            d) Indicaram os assaltantes  polcia.
            e) Entregaram os prmios s atrizes escolhidas.

            100 - ...no se deve dizer mal de ningum...; frase em que a forma 
            verbal destacada est no mesmo tempo e modo do verbo sublinhado :
            a) Quando sair para a cidade, irei de taxi.
            b) Ao chegar  exposio, ficarei deslumbrado.
            c) Assim que lanchar, partirei.
            d) Se viajar, ser de avio.
            e) Logo que puder, dormirei.

 
            XVII Concurso Pblico da Corregedoria Geral da Justia / 1998
            Gabarito - Psiclogo

            1C 2B 3E 4C 5A 6D 7B 8B 9A 10C 11B 12B 13C 
            14D 15C 16E 17A 18D 19C 20D 21C 22D 23A 24C 25B 26A 
            27C 28A 29B 30B 31B 32A 33B 34C 35E 36C 37D 38D 39E 
            40D 41D 42A 43B 44B 45E 46D 47E 48A 49C 50D 51C 52D 
            53B 54E 55D 56B 57C 58B 59D 60A 61C 62E 63A 64D 65B 
            66C 67A 68B 69A 70C 71E 72A 73D 74A 75B 76E 77C 78D 
            79A 80E 81D 82B 83D 84C 85E 86E 87A 88B 89E 90A 91A 
            92E 93C 94B 95E 96E 97D 98D 99A 100B
            


